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Precisamos urgentemente resgatar nosso contato com a terra e ter consciência dos alimentos que consumimos. O uso excessivo de agrotóxicos é prejudicial à saúde e cada vez mais estamos consumindo veneno.

Existem vários caminhos para mudar nossos hábitos e (re)aprendermos qual é a nossa relação com os alimentos, desde a escolha de consumir orgânicos até o cultivo do próprio alimento, que resgata a nossa conexão a terra.

O Sítio Estelina, localizado na Ponte Alta, distante a 47km de Brasília, está constantemente em construção e conta com ajuda dos amigos para transformá-lo em um lugar em harmonia com a natureza, através de modos mais alternativos de vida. Um dos principais objetivos é a soberania alimentar por meio de um sistema sustentável que gere autonomia em todos os seus aspectos.

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Hoje, administrado por Marcelo e sua companheira Nayara, o sítio está sendo revitalizado depois de passar muitos anos sem uso; o que foi bom, pois o local passou por uma transição agroecológica natural.

O sítio possui 4 hectares, onde são produzidos vários tipos de alimentos. Em um ano de produção já foram colhidas verduras, legumes, frutas e hortaliças. Entre elas: batata doce, beterraba, milho, couve-flor, cenoura, tomate, alface, rúcula, brócolis, repolho, mandioca, banana, mamão, entre outros. Futuramente, terá limão, laranja, mexerica e café, além da produção de eucaliptos para madeira. Tudo isso produzido em 0,5 hectare. Mas a estimativa é que um dia seja plantado em 90% do sítio. Todo o plantio dispensa o uso de qualquer tipo de agrotóxico.

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O que é produzido no Sítio Estelina é vendido em feiras como no Mercado Sul (Taguatinga), Sudoeste ou por pedidos avulsos dos amigos e familiares. Na banquinha do casal você ainda irá encontrar pães caseiros (delícia!) feitos pela Nayara. Ela também produz fitoterápicos com as plantas que cultiva e trabalha com terapias de cura.

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No cotidiano do sítio são aplicadas diversas práticas permaculturais, inclusive com o cultivo de hortaliças no sistema sintrópico, que o Marcelo aprendeu no Sítio Semente, também em Brasília, referência em Sistemas Agroflorestais com base na permacultura e ensinamentos de Ernest Götsch.

Quando eu fiz o curso no Sítio Semente abri meu pensamento para outro universo. Eu já sabia da agrofloresta mas nunca tinha conhecido um sistema por completo. Foi onde me encorajei e comecei a plantar.”.

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Por ser um projeto inicial, grande parte do plantio e colheita são feitos por Marcelo, Nayara, um funcionário e amigos colaboradores. Tudo é feito de forma familiar e um dos grandes desafios é a constância de rotina e mão de obra. A rotina de trabalho é diária, com plantios semanais – no início da manhã ou no final do dia – enquanto as colheitas acontecem duas vezes por semana, além do manejo.

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Quem quiser trabalhar, aprender e trocar experiências permaculturais toda ajuda será bem-vinda! Todas as quintas acontecem mutirões de plantio e manejo, que podem variar de acordo com a demanda. Mas caso deseje participar de forma intensiva e saber como é a vida na roça, em troca o Sítio Estelina oferece hospedagem e alimentação.

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Contatos: facebook @sitioestelina | Marcelo (61) 99688-4160 | Nayara (61) 99624-0650 — no sítio o sinal é fraco, quando enviar uma mensagem e só esperar que eles respondem. ♡

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2 Comentários

  1. 21/07/2017 at 4:51 — Responder

    Bom eu adorei o jeito como e feito as coisas,eu adoro experiência novas e temho certeza que isso seria uma experiência maravilhosa

    • 17/09/2017 at 11:34 — Responder

      Oi Rebeca, venha conhecer e ser voluntária no Sítio Estelina. Eles são uns queridos!

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