CRIS MARQUES

Nascida em Brasília, mas é mineira de coração pois passou grande parte da infância por lá. Graduada em Turismo, atua no setor turístico desde 2007. Trabalhou em uma das maiores operadoras do país e teve sua própria empresa (Roots Tour) onde realizava excursões para festivais de cultura popular. Pesquisadora do Turismo Voluntário (Volunturismo) e Turismo Solidário, realizou diferentes tipos de trabalhos voluntários durante suas viagens; sendo o primeiro blog abordar esse tema no Brasil.

É mulher medicina, tem formação em aromaterapia, cromoterapia, reiki, tarô, massagem terapêutica e ThetaHealing. Começou seu caminho no Sagrado Feminino há mais de duas décadas e há 10 anos faz parte do círculo de mulheres da Teia de Thea, idealizado por Mirella Faur.

Nos últimos anos vem se dedicando à práticas e rituais como facilitadora de círculos de mulheres, em total conexão e respeito com as forças da natureza. Através de danças e cânticos sagrados, rezos, ervas, flores, tambores e outras conexões, compartilho um pouco do que aprendi na minha jornada é idealizado do projeto Las Lunas – Viagens Vivenciais.

Acredita que todas as mulheres são medicina e com as vivenciais se torna instrumento para que as ajude relembrar como tecer seu “próprio xale”; para que possam tomar consciência de suas capacidade de manifestar o nosso ser curandeira, intuitiva, guerreira, feiticeira…

Durante três anos foi brincante e “bordadeira” de figurinos do grupo de cultura popular Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro, em Brasília. Ama o bom e velho forró pé-de-serra e não dispensa um convite para dançar, seja qual for o ritmo. É apaixonada pelas manifestações culturais e pelos simbolismos étnicos. Preza pelo contato direto com os sabores, ritmos e espiritualidade de cada local que passa. Se encanta facilmente pelas pessoas e por suas histórias. Acredita também, que o abraço cura todas as relações. Ama plantar, andar descalça, comer comida orgânica, nadar, tomar banho de chuva, ama os amigos que são como uma família… na verdade, ela ama muitas coisas. Seu sonho (e plano futuro) é ter um pedaço de terra, com água, onde possa construir sua própria casa, ter sua horta e viver em total conexão com a natureza.

“Ela é gente que tem idealismo na alma e no coração, que traz nos olhos a luz do amanhecer e a serenidade do ocaso. É gente que ri, chora, se emociona com uma simples carta, um telefonema, uma canção suave, um bom filme, um bom livro, um gesto de carinho, um abraço, um afago. É gente que ama e curte saudades, gosta de amigos, cultiva flores, ama os animais. Admira paisagens. Poeira traz lembranças de chão curtido de sonhos passados. Escuta o som dos ventos. Dança a dança do mundo pelo simples prazer de dançar. É gente que tem tempo para sorrir bondade, semear perdão, repartir ternura, compartilhar vivências e dar espaço para as emoções dentro de si. Emoções que fluem naturalmente de dentro de seu ser! Gente que semeia, colhe, orienta, se entende, aconselha, busca a verdade e quer sempre aprender, mesmo que seja de uma criança, de uma pessoa mais humilde, de um analfabeto. Gente de coração desarmado, sem ódio e preconceitos baratos. Gente que fala com plantas e bichos. Dança na chuva e alegra-se com o sol. Cultua a Lua como Deusa e lhe faz celebrações… Cria e recria. Conta contos e histórias de fadas, e carochinhas, conta sua própria história… fala de desapego em plena metrópole, em meio às tecnologias. Pula da mesa do rei para um abrigo montanhês com o mesmo sorriso enigmático de prazer e sabedoria que iluminava a face das suas ancestrais. Degusta um pão artesanal, receita medieval da velha senhora das montanhas com a mesma vontade que o faz em um banquete cinco estrelas, com pães ultra sofisticados daquela celebridade da cozinha francesa. É gente que lê em fundos de xícaras, tarot, com pedras, na areia, nas nuvens, no fogo… é muito estranha! Ama em esteiras e em grandes suítes, desde que esteja feliz, pois ser feliz é sempre a única condição. Viaja de avião, a pé, de carro e em lombos de animais, agradecendo pelas oportunidades que a vida lhe dá…”